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Mostrando postagens de 2008

Leite de soja e câncer

Com menos gorduras, sem colesterol e com mais proteínas que o leite de vaca, o leite de soja é uma opção para aqueles que não toleram a lactose ou querem enriquecer sua alimentação, evitar problemas de saúde e regular sua atividade hormonal.
De acordo com especialistas em nutrição, quanto mais leite de soja se consome, menos risco se tem de sofrer câncer de mama, infartos e osteoporose. Esta bebida, elaborada a partir de uma proteína vegetal de alta qualidade nutritiva, a leguminosa, e enriquecida com cálcio, é uma das maiores aliadas da saúde, devido a seus fitoestrógenos, compostos similares a hormônios.
Enriquecida com cálcio, a bebida ajuda a prevenir a desmineralização dos ossos, o que traz benefícios principalmente para as mulheres que sofrem de osteoporose. "O leite de soja é um dos melhores aliados da mulher entre os alimentos funcionais que aportam vitaminas, minerais e substâncias protetoras e benéficas", explica a nutricionista Marta Aranzadi. Comparado com …

"Administrando" o Câncer

Pesquisa mostra doença como gerenciável dentro de dez anos. Dentro de dez a quinze anos, provavelmente ainda não haverá algo que possa ser chamado de uma cura para todos os tipos de câncer, mas esta será uma doença "administrável". É a opinião do oncologista Júri Gelovani, do Centro M.D. Anderson de pesquisa contra o câncer, da Universidade do Texas.
Gelovani, um dos cientistas que lideram hoje a pesquisa sobre imagens para diagnóstico da doença.
"Provavelmente, no futuro, nós converteremos o câncer em uma doença que poderemos detectar cedo e que possamos administrar, da mesma forma que administramos hipertensão, diabetes e epilepsia", disse Gelovani. "Deixaria de ser uma doença que chamarmos de 'grave' para se tornar gerenciável."
Gelovani pesquisa hoje formas de usar máquinas sofisticadas de imagem, como PET scan (tomografia por emissão de pósitrons) e ressonância magnética, para identificar formas mais precisas de detectar onde os tumores …

Espiritualidade e câncer, o que diz a ciência sobre isso?

como a espiritualidade interfere na ocorrência ou na prevenção do câncer?SHEKELLE e colaboradores, em trabalho publicado na revista “Psychosomatic Medicine” de abril de 1981 afirma que DEPRESSÃO e SENTIMENTO de DESESPERANÇA estão fortemente relacionados com o aparecimento de CÂNCER, por interferirem no sistema imunitário.James PAGET, que descreveu uma das formas mais comuns do câncer da mama, já afirmava a mesma coisa em 1870. E SHEKELLE ainda demonstra  que pesquisas feitas com animais submetidos a sucessivos e inevitáveis  choques elétricos, produziam neles o aparecimento de tumores, em decorrência  do stress provocado pelos estímulos dolorosos.Levando em conta o que ERICH FROMM dizia:  “A mente é a benção e a maldição do Ser Humano”, podemos deduzir que nele, mais dos que em animais-cobaias, a possibilidade do aparecimento de tumores em conseqüência de stress se torna muito mais provável.  Afinal, só o Ser Humano questiona “POR QUE SOFRO?”  e isso amplia significativamente os efeit…

Tabaco, quem usa e quem não usa sofre consequências:

O congresso mundial contra o câncer 2008 que começou dia 27 de agosto e terminou agora em 31 de agosto de 2008, em Genebra, Suiça, teve já na abertura a afirmativa: o tabaco é o maior fator de risco para o câncer.Todo esforço concentrado nos perigos de pais fumando dentro de casa e de carros. Genebra - É uma estatística surpreendente: 700 milhões de crianças - quase a metade dos jovens do mundo - respiram ar poluído pela fumaça de tabaco. As pessoas que fumam em espaços confinados, como dentro de casa ou no carro, submetem outras pessoas a uma mistura perigosa de toxinas, inclusive nicotina, monóxido de carbono e cianeto, mesmo quando as janelas estão abertas. O fumo passivo expõe crianças a riscos crônicos de saúde: - Aumenta o risco de um bebê morrer subitamente de causas inexplicáveis. - Contribui para o peso baixo de nascituros e prejudica o desenvolvimento dos pulmões. - Causa bronquite e pneumonia em adultos jovens. - Aumenta o risco de infecções auriculares, asma, tosse e respi…

XENOESTROGÊNIOS E CÂNCER

Um estudo realizado em vários grupos étnicos e regiões geográficas, relacionam os fatores de risco com o câncer de mama, somando uma exposição vitalícia para o estrogênio (hormônio feminino responsável pelos caracteres sexuais femininos). A chave componente é o receptor de estrogênio para o qual é unido a transcrição de uma variedade de genes importantes, alguns dos quais controla a indução de tumores e o seu crescimento (DAVIS, 1997). Essa pesquisa (DAVIS, 1997) enfatizou a importância de xenoestrogênios (substâncias sintéticas com atividades estrogênicas; o xenoestrogênio entra no organismo, ocupando os receptores do estrogênio, criando maiores possibilidades de desenvolvimento de câncer da mama ou do útero), agentes ambientais, que agem como estrogênios e podem afetar a taxa de metabolismo de estradiol (principal estrogênio produzido pelo ovário) e o tipo de metabólitos produzidos, alterando a ligação com o receptor de estrogênio, mudando a proliferação da célula que constitui part…

Uma célula renegada, sua história desde o século XIX

Até o século XIX, o câncer era relativamente raro, e isso é explicado pelo fato de que no passado, em muitos países europeus, a expectativa de vida era de apenas 35 anos. Muitas pessoas que poderiam ter contraído câncer mais tarde, eram vitimadas muito antes principalmente por doenças infecciosas. A medicina não contava com produtos farmacêuticos mais eficientes, vacinas, dentre outras tecnologias que foram surgindo no século XX. Essas doenças vitimavam um grande número de pessoas rapidamente, como por exemplo, a peste negra. Nessa época, quando o câncer ocorria era considerado um acidente fortuito, e nas últimas décadas do século XVIII foram se evidenciando indícios de que o câncer estava relacionado com as experiências ou estilos de vida das pessoas. Essa nova postura iniciou-se quando alguns médicos documentaram tipos particulares de câncer que afetavam subpopulações muito distintas da humanidade. Foram documentados casos de homens portadores de câncer escrotal que haviam trabalhad…

Poluição e Câncer de mama

Um estudo desenvolvido pelo hospital Princess Grace, de Londres, descobriu que as mulheres urbanas têm maiores chances de desenvolver o câncer de mama. A pesquisa, realizada com 972 mulheres, concluiu que aquelas que vivem ou trabalham em grandes cidades apresentam o tecido mamário muito mais denso do que as outras -- e quanto maior a densidade maior o risco do surgimento da doença.Os cientistas acreditam que a causa principal seja a poluição do ar, que contém partículas capazes de reproduzir os efeitos dos hormônios femininos, influenciando na formação do tecido mamário.Este é mais um motivo para que as autoridades incentivem a redução das emissões de gases gerados pelos automóveis,indústrias siderúrgicas, dentre outras fontes poluentes.Acredito que há uma ligação entre poluição e câncer de mama, pois através de um estudo epidemiológico pude averiguar que haviam mais casos de câncer de mama em locais onde haviam pais poluentes. Não é um fator isolado, mais acumula-se com outros fator…

NOVAS PESQUISAS: Estudo liga infecção na gengiva a risco de câncer

Infecções na gengiva podem ser um sinal de um maior risco de câncer tanto em fumantes como em não-fumantes, segundo uma pesquisa realizada pelo Imperial College de Londres. O estudo, publicado no jornal especializado Lancet Oncology, concluiu que aqueles com histórico de infecção na gengiva tem 14% mais chances de desenvolver câncer comparados com aqueles que não têm. A equipe estudou os registros médicos de 50 mil homens americanos desde 1986 e concluiu que aqueles com problemas na gengiva tinham 30% mais chances de ter câncer no sangue, como leucemia, 36% mais chances de ter câncer no pulmão, quase 50% mais riscos de câncer no rim e um aumento semelhante no risco de câncer no pâncreas. Pesquisas anteriores sugeriram que os riscos maiores eram entre fumantes, mas o estudo do Imperial College sugere que mesmo em não-fumantes a presença de infecção na gengiva pode representar um maior risco de câncer. Os cientistas não constataram um aumento no risco de câncer no pulmão em não-fumantes…

Carcinógenos Químicos

As substâncias químicas cancerígenas são encontradas distribuídas na natureza, compreendendo desde alimentos naturais até compostos altamente modificados pelo homem. Os carcinógenos químicos são divididos em duas categorias: carcinógenos diretos e indiretos. Os diretos são agentes alquilantes que já possuem atividade eletrofílica intrínseca, e devido a essa propriedade podem provocar câncer diretamente. A maioria das substâncias químicas são carcinógenos indiretos, precisam primeiro sofrer modificações químicas no organismo para então se tornarem eletrofílicas e ativas (BOGLIOLO, 1998). O metabolismo dos carcinógenos é feito por grande variedade de enzimas solúveis ou associadas com membranas, entre as quais as do citocromo P-450 são as mais importantes. A atividade desses sistemas enzimáticos sofrem influências de vários fatores endógenos e exógenos. Há variações qualitativas e quantitativas dessas enzimas em diferentes tecidos, em diferentes indivíduos e diferentes espécies, podendo…

Sobre o Câncer de mama

É o câncer mais comum nas mulheres, sendo também considerado o tumor feminino mais freqüente em todo o mundo. Porém é de baixa freqüência na população masculina, a incidência na maior parte dos países está abaixo de um caso em cada 100.000 pessoas por ano. No Espírito Santo, no ano 2000 foi registrado apenas um caso. Do ponto de vista anátomo-patológico o câncer de mama constitui-se a mesma entidade em homens e mulheres, porém devido aos hormônios femininos há maior facilidade em desenvolver câncer de mama feminino. Nos homens é mais freqüente em portadores de síndrome de klinefelter (anomalia cromossômica com um padrão XXY).
homem que teve cãncer de mama.


As taxas de incidência variam muito entre países, sendo mais altas na América do Norte e na Europa e especialmente baixas no oriente. Os países com maior incidência são Inglaterra, Dinamarca e Escócia, sendo raros na Ásia, apresentando taxas mais baixas na China, Coréia e Tailândia. Dentro dos países europeus existe um padrão nort…

como começou?

A mais antiga evidência de câncer remonta a 8.000 a.C. O tipo mais comum de neoplasia encontrada em fósseis, e ainda assim raramente, é o osteossarcoma, um tipo de câncer ósseo. As primeiras descrições de tumores foram encontradas em papiros do Egito, e datam de 1.600 a.C. Existem também documentos na Índia, de 600 a.C., que descrevem lesões na cavidade bucal parecidas com câncer. O que fundamenta a teoria é que, por estudos arqueológicos, sabe-se que aquela população consumia sementes que são cancerígenas, mesmo assim ainda precisam de muitos estudos para serem comprovadas essas teorias (EGGERS, 2002).
Foi Hipócrates quem criou a palavra "câncer", e usou os termos "carcinos" e "carcinoma" para descrever certos tipos de tumores. Em grego, significa "caranguejo", pelo aspecto do tumor, pois, as projeções e vasos sanguíneos ao seu redor fazem lembrar as patas do crustáceo (EGGERS, 2002). A paleopatologista Sabine Eggers (2002) afirma que analisando…